Depois da morte da Amy Winehouse, constatei que aos 27 é a idade critica de transição entre “ir e ficar”, o “ir” relaciona-se á seguir em frente, a viver á idade madura da vida adulta; o “ficar” relaciona-se á acabar, á game over, o “jogo acabou para você” que foi ate o florescer da vida.
Entendo que viver é muito duro, difícil, é sempre seguir em diante depois de vários tombos que a vida te da. Para muitas pessoas viver é sofrimento, é mais duro, seja por essas pessoas não conseguirem lidar com os “tombos” e “rasteiras” que vida da, ou por não conseguir domar seus pensamentos, deixando os instintos guiarem-nos. Assim como o cérebro é capaz de glorificar o individuo, ele é capaz de destruí-lo.
Não sei se morrei aos 27 anos, mas se passar dessa idade é sinal de que tenho muitas coisas para fazer nessa vida. Às vezes penso se seria plausível viver ate a velhice, tenho medo de envelhecer, e talvez por essa fraqueza eu queira, mesmo que inconscientemente morrer aos 27 anos, é um querer que não cabe á mim. Fraqueza ou saída de emergência, talvez, mas foi à opção que muitos optaram.
Ta decidido, não quero entrar no clube dos 27, não quero saída de emergência, eu quero é viver, viver ate a eternidade.



