Quando você esta pronta para enfim abrir seu coração para outra pessoa, e o relacionamento começa a dar frutos, começa a ter um sentido na sua vida tão conturbada, você percebe que esse relacionamento pode estar na categoria dos “relacionamentos estranhos”.
Partindo de um exemplo também estranho, vou começar a desenvolver o raciocínio sobre “relacionamentos estranhos”. Bem, não que você busque “relacionamentos estranhos” (ou não), mas é que no meio do caminho pode perceber isso. Entrando no raciocínio:
Você conhece alguém incrível, você se diverte com o ambiente novo, você gosta e se interessa vorazmente pela pessoa, mas como nada é perfeito, descobre ou ate sabe (mas finge que não sabe) que o indivíduo é mais problemático do que você, que ele tem tipo que uma vida dupla, tipo o Batman. Vida dupla porque enquanto você não esta com ele (a), a pessoa vive uma vida diferente, podendo ser no trabalho, na forma de conduzir sua vida, com outras pessoas, ou com outros relacionamentos. Mas quando ele (a) esta com você, a pessoa é outra, ou você finge que ela é outra só para disfarçar quem ela é de verdade só para poder viver o momento ou tentar levar um relacionamento mesmo que seja assim, estranho. Muitas vezes dividimos a pessoa com outras coisas ou pessoas, como no trabalho, vida social, interesses ou uma terceira pessoa (que você não sabia existir). Dividir é normal, mas depende com o que você vai dividir. O “relacionamento estranho” entra ai quando você por exemplo vai dividir o indivíduos com um outro companheiro.
Tem pessoas que são enganadas e não sabem onde estão entrando e começa a viver uma fantasia, ou ela possa a vir a saber e mesmo assim, continua o relacionamento.
Ta bom, estou sendo muito pessimista, estou descrevendo uma pessoa que gosta de se enganar, estou descrevendo pessoas que não sei por que, mascara os erros, que fantasiam uma situação, e o pior, que acreditam nessa fantasia toda. Mas no fundo do seu coração (hipoteticamente), você acredita que em uma historia feliz, acredita que pode dar certo, mesmo com a existência dessa vida dupla, mesmo você não se importando com isso. Por que viver assim? Tudo já é tão complicado para que entremos em algo que não ira nos acrescentar em nada, em algo que vai nos estressar. É melhor ficar sozinho e procurar pessoas “saudáveis” ou viver como uma inferneira, sempre cuidando do outro e de você mesma, para que realidade não venha matá-los e destruir a mirabolante fantasia de uma relacionamento perfeito.

